PlugContas não foi feito pra MEI iniciante faturando R$ 3 mil/mês — pra esse perfil uma planilha resolve. Foi feito pra você que está perto do teto de R$ 81 mil/ano, vai virar ME nos próximos 12 meses, mistura conta pessoal com a do CNPJ e precisa começar a separar antes que o contador peça balanço.
R$ 247/mês representa 3-5% do faturamento de um MEI no teto (R$ 81k/ano = R$ 6.750/mês). É caro pra MEI iniciante.
Se você está faturando menos de R$ 4 mil/mês, planilha + app de banco resolvem bem. Volta aqui quando crescer — a gente continua no mesmo lugar.
Se você está faturando R$ 5-7 mil/mês e vê o teto chegando, aí PlugContas faz sentido — você economiza tempo no salto pra ME e já entrega DRE pro contador quando precisar abrir os números pra banco / sócio / investidor.
Não vendemos pra qualquer MEI. Esses são os sinais de que vale a pena começar agora — e os sinais de que não.
Recomendação: Planilha simples + app do banco + DAS no calendário. Quando começar a apertar, volta.
Por que vale: quando virar ME, contador pede DRE histórico. Banco pede comprovante de faturamento. Sócio pode entrar. Ter os dados organizados já vale meses de retrabalho.
Features que importam de verdade nesse estágio. Sem inflar.
A maior dor do MEI é misturar dinheiro pessoal com o do CNPJ. Cadastra os dois separados, registra transferências internas (PIX que era da empresa caiu na PF? Lança nos dois lados), DRE da MEI continua certa.
Importa OFX do Nubank PJ, BB MEI, Caixa, Sicredi com regras específicas por banco. Categorização automática. Concilia recebimento de PIX, cobrança de boleto e DAS pago.
O MEI esquece o DAS uma vez e leva multa. PlugContas registra o DAS como despesa fixa mensal e avisa no zap todo dia 18: "vence amanhã: DAS R$ 70". Você emite a guia no gov.br e quita.
Quando você for virar ME, contador pede 12 meses de histórico. PlugContas já entrega DRE por competência pronto, com receita, despesa, lucro líquido. Sem reconstrução em planilha.
A NFS-e é emitida no portal da sua prefeitura. PlugContas registra a nota emitida como conta a receber, atrela ao cliente, controla data de vencimento e baixa quando o cliente paga.
Você abre o sistema pelo celular enquanto entrega serviço. Vê o saldo, marca recebimento, lança despesa de combustível. Android e iOS nativos.
Os perfis de MEI que tipicamente ganham com PlugContas nesse estágio.
Designer freelancer, 12 clientes B2B recorrentes, ticket médio R$ 600. Antes: planilha + Nubank PJ + cartão pessoal pra Adobe. Misturava tudo. Agora: PF + MEI separados, transferências internas registradas, DRE pronto pra contador no fim do trimestre quando ele falar "vamos abrir uma ME". Salva 4-6h/mês.
Esteticista com 60 clientes ativos, agenda cheia, ticket R$ 120. PIX entrando o dia todo na conta MEI. Antes: extrato confuso, esquecia de marcar pagamento, perdia receita por não dar baixa. Agora: OFX importado direto, regras automáticas reconhecem padrão de PIX por nome do pagador, atrela à cliente cadastrada. Recebimento aparece no dashboard sem trabalho.
Personal trainer, alta sazonalidade (janeiro e julho fortes). Faturamento acumulado anual não estava sendo controlado. Antes: percebeu em outubro que ia estourar — virou ME às pressas. Agora: PlugContas mostra acumulado de faturamento por ano no dashboard, com projeção. Você vê o teto chegando 3-4 meses antes e planeja o salto pra ME.
Depende do estágio. MEI iniciante faturando R$ 3-7 mil/mês geralmente não precisa de PlugContas — basta uma planilha + app de banco. PlugContas vale quando você está faturando R$ 5-7 mil/mês e crescendo, perto de bater o teto de R$ 81 mil/ano e provavelmente virando ME nos próximos 12 meses. Aí faz sentido ter sistema antes de precisar.
R$ 247,00/mês no plano anual (12x no cartão) ou R$ 299,00/mês no mensal via PIX. Mesmo plano de quem fatura R$ 500 mil/mês — sem upsell por porte. Garantia de 7 dias com devolução de 100%.
Não. A guia DAS é gerada no portal oficial do governo (gov.br/pgmei). O PlugContas controla o pagamento do DAS como uma despesa fixa mensal, com alerta no WhatsApp pra você não perder o vencimento — mas a emissão da guia em si continua no portal.
A NFS-e do MEI é emitida no portal da sua prefeitura (cada cidade tem o seu sistema). O PlugContas registra o recebimento da nota emitida como contas a receber e atrela ao cliente. Não emite a NFS-e diretamente — esse é um trabalho fora do escopo do sistema financeiro.
Sim. Esse é um dos diferenciais centrais — MEI tipicamente mistura conta pessoa física com a do CNPJ (cartão pessoal pagando fornecedor, PIX do cliente caindo na PF). PlugContas cadastra PF + MEI separados, com isolamento total, e registra transferências internas entre os dois.
Não. Quando você abrir a ME (CNPJ novo), você cadastra a nova empresa no mesmo login. O histórico do MEI fica preservado pra consulta e o contador consegue ver o "antes e depois" pra fechar o balanço de migração. Você mantém PF + MEI + ME no mesmo cadastro.
Sim — e a gente recomenda. Pra MEI iniciante com faturamento abaixo de R$ 4 mil/mês, planilha + app de banco + lembrete de DAS resolvem. O Conta Azul Essencial (R$ 159,90/mês) também atende MEI mas é ERP genérico, não tem PF+PJ no mesmo login. Volta no PlugContas quando você crescer.
Conta seu estágio (faturamento atual, projeção pros próximos 12 meses) e a gente diz se vale o investimento agora ou se é melhor voltar daqui a 6 meses. Sem vender pra quem não precisa.
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